quarta-feira, 6 de agosto de 2014
https://www.youtube.com/watch?v=CfSLQGXgAgA
Video do trabalho: O uso das redes socias na utilização dos trabalhos acadêmicos.
sábado, 26 de julho de 2014
Resenha sobre o texto "Nativo e não nativo digital"
Resenha do texto "Nativo e não nativo digital"
O texto aborda o tema da inclusão digital atrvés dos nativos e imigrantes da era informatizada. Os que são ditos nativos correspondem a pespectiva de terem nascido na integração do mundo virtual com o mundo analógico e os imegrantes são aqueles que nasceram antes da criação de todo esse aparato tecnológicos e começaram a se integrar a eles num processo correspondente a sua elaboração.
Para quem nasceu neste mundo informatizado parece que o mesmo é muito mais fácil de interagir e de incluí-lo a seu cotidiano, mas para aqueles que estão se incluido parece que a tecnologia se mostra um tanto quanto complicado de se integrar a sua rotina.
Professores que passam por esse processo de imigração tem dificuldades de inserir seu conteúdo pedagógico ao processo virtual e vivem a se questionar sobre a falta de interesse que partem do seus alunos ao conteúdo escolar e o grande interesse pelo mundo informatizado, pois para eles não há dificuldades em utilizar tal mecanismo.Levando em consideração que os discentes passam a maior parte do tempo on line em redes socias. Mas como o professor pode fazer das suas aulas mais atraent
es?
Os recursos tecnológicos estão aí para serem utilizados também no processo pedagógicos, basta que os docentes também interajam com prática tecnilógicas com mais frequência e vontade, pois a cursos voltados para a unificação da tecnologia e da pedagogia.
O texto tem fundamentação prática, pois ele expõem uma realidade bem comum nos dias atuais, quando traz a questão da prática tecnológia não se interar a prática pedagógica por falta de interesse dos docentes em interagir o seu planejamento a um um contexto virtual, para que o mesmo possam se torna atrativos aos educandos, pois os mesmos carregam a titulação de nativos tecnológicos por toda sua sua desnvoltura com os recursos aqui apresentados, até porque os mesmos foram gerados num época de total expansão desses meios de comunicação.
Para os docentes encarar esta nova realidade passa ser um dilema, pois conviver com os tais nativos da informática é um tanto quanto nada confortável, pois eles apresentam saberem bem mais doque aqueles que são vistos como os detendores do saber, isso acaba por trazer um choque de gerações.
Sabendo de toda essa problemática o texto se coloca como um auxiliador na resolução desse tema pertinente a realidade docente, trazendo aos educadores algumas dicas de como se integrar ao mundo da informática que tornou tudo tão globalizado;.
terça-feira, 15 de julho de 2014
O papel da tecnologia nas relações acadêmicas
O papel da tecnologia nas relações acadêmicas
Com o avanço tecnológico a sociedade acarretou grandes possibilidades de expandir suas perspectivas em relação ao mundo digital conectando a todos em uma rede globalizada. Através de suas ferramentas a população pode divulgar e construir seus conceitos e ideias que correspondem a uma linha multicultural, sintetizando a distância entre os indivíduos e suas relações. Podemos observar a utilização dessas tecnologias e como elas interagem no meio universitário contribuindo para o processo acadêmico.
No vídeo levantaremos a seguinte questão
Você costuma utilizar as redes sociais para auxiliar nos afazeres acadêmicos? E quais os benefícios gerados por tal uso?
Interrelação entre um recurso informatizado X Processos Cognitivo
Interrelação entre um recurso informatizado X Processos Cognitivo
Outra consideração relevante ao problema da interrelação entre um recurso informatizado e processos cognitivos diz respeito à memória, como uma forma de gerenciamento da informação. Conforme Lévy, assim como a escrita nos permite ampliar a memória a curto prazo, a informática permite ter um auxiliar para a memória biológica, funcionando principalmente como "um módulo externo e suplementar da capacidade de imaginar" (Lévy, p.140). No caso do Cabri, como podemos dispor de algumas construções já prontas, como mediatriz e bissetriz, temos uma espécie de memória auxiliar, pois não é necessário a cada nova construção retomar todas as etapas desde o início. Dessa forma, os problemas de construção com o Cabri podem tornar-se mais complexos e serem resolvidos com maior rapidez. Da mesma forma que as máquinas de calcular em relação à aprendizagem da aritmética, o computador tem trazido um certo alívio para a memória, tornando evidente que aprender não significa dispor de uma grande quantidade de informação, mas principalmente saber o que fazer com ela.
Esta questão nos remete a uma outra diferença fundamental entre as duas geometrias, a do lápis e papel e a do Cabri: o aspecto em jogo na geometria do Cabri não é a memorização de construções-padrão como no caso do desenho geométrico dos livros didáticos, mas a operacionalidade dos conceitos. Esta questão particular no caso do exemplo nos remete de volta portanto à questão mais ampla, que envolve tecnologias e modos de pensar. Talvez a maior diferença em relação à "tecnologia da palavra escrita", como afirma Lévy, seja a possibilidade de, além do aceso à informação, explorá-la, simulando situações diversas, como vimos no caso das figuras do Cabri. A simulação, definida por Lévy como uma forma de "imaginação assistida por computador" (p.140), parece ser a característica fundamental do recurso informatizado. Compreende a experimentação, os ensaios e os erros, enquanto tipo de atividade cognitiva, valorizando a operacionalidade e eficiência. Enfatiza o papel dos modelos, relativos e provisórios, enquanto forma de representação da realidade, em contraposição à imobilidade das teorias.
Procuramos até agora mostrar que um aspecto relevante para o aprofundamento da problemática da informática na educação é o aspecto epistemológico, que diz respeito tanto aos processos cognitivos em questão na interação com os programas, quanto à análise da validade epistemológica dos conceitos envolvidos: a geometria do Logo é diferente da geometra do Cabri, que é diferente da geometria do livro didático. Portanto, se o meio gera outras funcionalidades, como vimos no nosso exemplo, resta questionar: que conhecimento queremos? E, indissociável desta pergunta: para quê?
O Papel da Informática na Sociedade
O Papel da informática na sociedade
As tecnologias sempre tiveram papel importante na organização das sociedades, na forma de interação entre o homem e a natureza, entre o homem e sua cultura, particularmente as tecnologias da informação, ou seja, as tecnologias que permitem o armazenamento, a difusão e a elaboração de conhecimento. Podemos considerar, como Lévy (1990), que as tecnologias da informação, ou, conforme denomina o autor, as "tecnologias da inteligência" ou "da mente", cada vez mais presentes na sociedade, propiciam um novo debate em torno da filosofia do conhecimento. Por serem responsáveis por novas formas de elaboração e distribuição do saber, portanto, de comunicação, colocam em questão alguns pilares da epistemologia contemporânea, como a dualidade sujeito-objeto, mente-matéria.
Para analisar estas implicações, o autor propõe a análise histórica de três tempos marcados por formas preponderantes de comunicação na sociedade – a oralidade, a escrita e a informática –, buscando responder a questão: "como e por que as diferentes tecnologias intelectuais dão nascimento a diferentes estilos de pensamento?" (Lévy, p.89). Responder esta questão implica considerar as relações entre o sistema cognitivo humano e as formas de comunicação no que diz respeito a diversas categorias como memória, criatividade, razão, significação.
A análise de McLuhan (1977) já tratava de desvendar as implicações da imprensa na constituição da sociedade, no que diz respeito à predominância da palavra escrita a partir da invenção e difusão da imprensa. Considerando a tecnologia como uma extensão dos sentidos, no caso, da visão, concluiu que a imprensa como forma predominante na articulação do conhecimento seria responsável pela emergência de um tipo de racionalidade baseado na linearidade, na certeza, no progresso e na ciência moderna.
Este enfoque, que tenta explicar a racionalidade a partir da tecnologia, é considerado por Lévy como determinista. O autor prefere considerar que as relações humanas dependem de recursos informacionais, mas não são determinados somente por estes, portanto seria fundamental analisar as transformações que estão ocorrendo na presença e na difusão tão rápida de novas tecnologias, baseadas na informática. Para isso, explora as interrelações entre tecnologia/modos de pensar sob diversos aspectos como relação espaço-temporal, critérios de verdade, ou ainda recorrendo ao uso de metáforas. Nesse sentido, podemos considerar a questão da tecnologia como tendo duas faces interdependentes: quanto e como a tecnologia está repleta de subjetividade; e quanto e como os modos de interação com a técnica estão presentes em nossas atividades cognitivas. Procuraremos explorar esta dupla-face através de dois olhares complementares, o epistemológico e o didático, exemplificados no caso específico do programa Cabri.
Informática e Educação
Informática e Educação
Se a utilização da tecnologia, principalmente a informática, em
nosso cotidiano é condição sine qua non para a realização de nossas
tarefas e afazeres mais básicos, o que não dizer para a difícil ascensão
profissional?
Sabemos que a evolução tecnológica é como uma bola de neve,
isto é, cresce a cada dia, e a ausência desse conhecimento faz-nos distanciar
gradativamente do mundo real. Mas e o adolescente? E a criança? Os pais, alunos
e profissionais da área acadêmica e outros profissionais pela educação de nossas
crianças, vivem hoje uma grande preocupação: a necessidade de preparo técnico
devido a presença marcante da tecnologia em nossas vidas, seja nos shopping
centers, nos bancos, nas residências e principalmente nas escolas. Será que
todas as pessoas efetivamente, estão preparadas para a implementação da
tecnologia na educação?
Para nos localizarmos um pouco mais, vejamos o que seria
tecnologia. Goodman & Sproull (1990) definem tecnologia como sendo o
conhecimento de relações causa-efeito contido (embutido) nas máquinas e
equipamentos utilizados para realizar um serviço ou fabricar um produto. Para
usuários leigos da palavra, tecnologia significa o conjunto particular de
dispositivos, máquinas e outros aparelhos empregados na empresa para a produção
de seu resultado.
Já para Fleury (1990), uma abordagem muito diferente enxerga a
tecnologia como um pacote de informações organizadas de diversos tipos,
provenientes de várias fontes e obtidos através de diversos métodos, utilizado
na produção de bens.
Para Gonçalves Lima (1994) a tecnologia é muito mais que apenas
equipamentos, máquinas e computadores. A organização funciona a partir da
operação de dois sistemas que dependem um do outro de maneira variada. Existe um
sistema técnico, formado pelas técnicas e ferramentas e utilizadas para realizar
cada tarefa. Existe também um sistema social, com suas necessidades,
expectativas, e sentimentos sobre o trabalho. Os dois sistemas são
simultaneamente otimizados quando os requisitos da tecnologia e as necessidades
das pessoas são atendidos conjuntamente. Assim, é possível distinguir entre
tecnologia (conhecimento) e sistema técnico (combinação especifica de máquinas e
métodos empregados para obter um resultado desejado).
Neste caso, podemos concluir que a tecnologia seria
representada por um conjunto de características especificas do sistema técnico
no cenário em que a mesma atua. Podemos então definir resumidamente o que seria
tecnologia, como sendo qualquer insumo de produto criado ou então inovado, e que
este por sinal tenha seu devido mercado, representado pelas necessidades de
utilização no meio em que se encontra inserido.
É notório, portanto, o uso de novas tecnologias pelo indivíduo
na organização, onde pelo fator do próprio pré-requisito, é na escola (educação)
que devemos nos preparar, isto é, é nesse momento que temos a chance de obtermos
conhecimento e sabedoria a fim de estarmos preparados para a futura investida no
mercado de trabalho, mas quando isto pode ocorrer? Já na infância?
Seguindo alguns princípios de Piaget (1975), vemos que por
exemplo no caso de crianças, as mesmas devem ter um determinado tempo adequado
para gozar a sua infância, ter um período ideal para entrada na escola e começar
a partir dai a ser alfabetizada, ou seja, a criança deve alcançar e obter um
certo grau mínimo de maturidade para aí sim se envolver com atribuições de maior
responsabilidade. Sabemos, é verdade, que pelo simples fato de uma criança olhar
e manipular um computador, pode levá-la a ter um certo impacto num primeiro
momento, levando em alguns casos a alterações no quadro psicológico, pois o
tratamento é feito com a máquina através de um processo mecanicista e artificial
e não através do relacionamento com outros seres humanos. Devemos nos preocupar
em propor e executar todas as técnicas viáveis e até aqui conhecidas
tradicionalmente de aprendizado com as crianças, visando a influenciar sua
imaginação, coordenação motora e criatividade como sempre fizemos. Mas e o
computador, devemos utilizá-lo?
Vivemos numa época de ênfase na informação, tais como a
presença das revistas, telejornais e internet, onde é preciso estarmos
sempre informados. Mas é importante lembrar que informação não é conhecimento. O
conhecimento envolve o estabelecimento de relações entre informações isoladas.
Se pensarmos neste sentido, muito do que é chamado do conhecimento escolar é
apenas informação, desconectada: conceitos vazios, para serem memorizados e
esquecidos. A informação é descartável, justamente por não ter vínculos nem com
outras informações, nem com conhecimento, mas, sobretudo, por não termos com ela
vínculos emocionais, Guerra (2001).
Como sabemos, o computador (hardware) só é capaz de
processar dados, mas em nível lógico (software) podemos trabalhar com
informações, editando textos, automatizando processos, a partir dos fundamentos
trazidos pela teoria da informação, podemos esboçar o seguinte fluxo do
conhecimento e da sabedoria:
O conhecimento, supostamente é adquirido primeiramente através
do processo de comunicação existente no meio localizado, gerando informações ao
mesmo . Através destas informações, poderemos adquirir ou não o conhecimento
esperado. Isto nos leva a discorrer um pouco sobre a sabedoria. A sabedoria é
desenvolvida através da vivência, e não exclusivamente pela inteligência.
Envolve saber dispor do conhecimento e da ação de modo a trazer o máximo
beneficio para os indivíduos. Se o conhecimento muitas vezes nos leva a uma
postura arrogante, a sabedoria só se atinge a partir da humildade, podendo ser
entendida em fúnção da ação associada e no contexto e no momento específico
desta ação, não podendo ser expressa em termos de regras, isto é, não pode ser
generalizada, nem transmitida diretamente, sendo inseparável da realização
pessoal daquele que busca o saber.
Já a tecnologia da informação se traduz nas ferramentas
tecnológicas utilizadas em um determinado meio (sistema), representada a partir
da existência dos softwares, video e teleconferências, bem como o uso da
internet, Walton (1994).
Existem várias criticas em relação à utilização dos
computadores na escola, principalmente nos níveis da pré-escola e ensino
fundamental, segundo Seltzer (1994). Para o autor, as máquinas devem ser
consideradas como mero instrumento para uma porção de atividades úteis, mas que
estas últimas não englobam seu uso na educação de matérias que não sejam a
computação propriamente dita, pelo menos até as últimas séries do segundo grau.
O autor comenta que o ensino apresenta um cenário ruim causado não pelo fator
tecnológico, mas sim pelo fato de existir um inter-relacionamento humano, onde,
deveria ser dado maior importância à relação aluno-professor, ou seja, para que
essa relação fosse sensivelmente mais humana.
Mas devemos simplesmente nos esquecer dos computadores na
educação em pleno término do século vinte? Não, acreditamos que devemos sim
participar deste avanço tecnológico com a sociedade em geral e também em estar
utilizando essas tecnologias com as crianças. É claro que a utilização deste
equipamento (computador) não deve, em hipótese alguma, ser utilizado como um fim
em si mesmo, mas sim como uma ferramenta auxiliar no processo de ensino e
aprendizagem, despertando desta maneira algum tipo de interesse maior na questão
do conhecimento.
Em experiências vividas na área acadêmica com alunos de
Pedagogia (primeiros e segundos anos do curso), verificamos que essa é uma
preocupação existente dessa classe de educadores e que as principais vantagens
constatadas na utilização de computadores na educação com os alunos são:
- despertar da curiosidade;
- aumento da criatividade, principalmente nos casos de utilização no auxilio á
aprendizagem de crianças deficientes, até então realizada de uma forma não tão
eficaz, como é o caso de programas utilizados pela prefeitura da cidade de São
Paulo, na gestão de 1992;
- uma ferramenta poderosa como auxílio no aprendizado, como por exemplo a
utilização de softwares educacionais (multimídia);
- uma produtividade maior em relação ao tempo necessário ao estudo
propriamente dito;
- necessidade de um continuum de treinamento, para o acompanhamento tecnológico;
E, onde as principais desvantagens seriam:
- a falta de preparo dos próprios educadores e educandos;
- as influências negativas causadas pela utilização de técnicas relacionadas com a tecnologia (computadores), ou seja, a utilização excessiva das máquinas e se realmente a utilização da tecnologia (computadores) significará um aperfeiçoamento efetivo do ensino no país. Neste caso comenta-se a eficácia da viabilização de projetos computacionais internamente nas instituições de ensino.
De certa maneira, este é um cenário que a cada dia que passa, o
processo de aprendizagem aumenta, causado prontamente pelas aquisições de novos
equipamentos (computadores) pelas instituições de ensino público e privado,
juntamente com os incentivos de treinamentos e uso em geral pelas pessoas,
dentre os quais os próprios professores e alunos.
Em pesquisas realizadas em escolas que se utilizam da
informática como método de ensino, percebemos que o processo de aprendizagem é
efetuado de uma maneira simples e fácil, levando a criança a apreender
brincando. Nestas escolas especificamente, o processo de aprendizagem é
acompanhado de perto por uma equipe de psicólogos e pedagogos, que analisam todo
o processo de aprendizagem de seus estudantes, muito embora com o advento e uso
cada vez maior da internet, esse acompanhamento e feedback possa
se tornar mais difícil. Mostramos abaixo, alguns links interessantes na
internet desses centros estudantis:
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